sexta-feira, 27 de maio de 2011

Cangaço

 O que foi?
O Cangaço foi um fenômeno ocorrido no nordeste brasileiro de meados do século XIX ao início do século XX. O cangaço tem suas origens em questões sociais e fundiárias do Nordeste brasileiro.
O Cangaço era praticado pelos cangaceiros,que eram pessoas que se revoltavam contra a opressão e passavam a viver na ilegalidade. Eles eram apegados aos códigos de honra e muitos deles ajudavam os necessitados,adquirindo um grande prestigio popular.
O cangaço teve o seu fim a partir da decisão do então Presidente da República, Getúlio Vargas, de eliminar todo e qualquer foco de desordem sobre o território nacional. O regime denominado Estado Novo incluiu Lampião e seus cangaceiros na categoria de extremistas. A sentença passou a ser matar todos os cangaceiros que não se rendessem.
No dia 28 de julho de 1938, na localidade de Angicos, no estado de Sergipe, Lampião finalmente foi apanhado em uma emboscada das autoridades, onde foi morto junto com sua mulher, Maria Bonita, e mais nove cangaceiros.


Por que?
As causas desse movimento teve origem bem variada. a situação de seu povo, a pobreza, as péssimas condições de vida, injustiça, contribuirão não só Cangaço, mas pra varias outras movimentos. Mas foram estas circunstancias as mais importante para que começassem a surgir os cangaceiras.
muitos, eram pequenos proprietários, mas mesmo assim tinham que se sujeitar aos coronéis. Do meio do povo sertanejo rude e maltratado sugiram os cangaceiros que lutavam pela sobrevivência. Nos dias de hoje a situação da região não mudou muito, os cangaceiros não existem mais, mas as condições são praticamente as mesmas.
A economia brasileira progrediu, mas esse processo deixou de lado a estrutura caótica e ultrapassada das distancias sertanejas.

Principais ações dos cangaceiros:
Os cangaceiros são caracterizados por ações violentas de grupos ou indivíduos isolados: assaltavam fazendas, sequestravam coronéis (grandes fazendeiros) e saqueavam comboios e armazéns. Não tinham moradia fixa: viviam perambulando pelo sertão, praticando tais crimes, fugindo e se escondendo. Os cangaceiros eram homens valentes que começaram a agir por conta própria, através das armas, desafiando grandes fazendeiros e cometendo agressões. Geralmente, os cangaceiros saíam da lida com o gado.

Repercussão do movimento no Brasil:
O cangaço teve o seu fim a partir da decisão do então Presidente da República, Getúlio Vargas, de eliminar todo e qualquer foco de desordem sobre o território nacional. O regime denominado Estado Novo incluiu Lampião e seus cangaceiros na categoria de extremistas. A sentença passou a ser matar todos os cangaceiros que não se rendessem.


Escola Municipal Professora Eleonora Pieruccetti
Nome: Adrienne de Sousa Nº:01
Nome: Bárbara Vítor Silva Nº:05
Nome: Carina Ferreira Nº:07
Nome: Tatiane Monique Santana Valle Nº:24
Turma: 9ºF Professor: Mariano

Font: http://pt.wikipedia.org/wiki/Canga%C3%A7o

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Movimento Operário no Brasil
Grupo: Reisla,Vitória,Tainara Siqueira,Graciela- EMPEP, 9F 2011

O Movimento Operário no Brasil foi um conjunto de tentativas coletivas de alterar a ordem social e econômica para melhorar as condições de vida da população operária.

Situação dos trabalhadores brasileiros

As condições de trabalho do operariado na República Velha eram bastante desfavoráveis.

Os operários trabalhavam de segunda a sábado,até 15 horas por dia.Às vezes,eram obrigados a trabalhar também nos domingos.Ganhavam pouquíssimo,o que obrigava marido,mulher e crianças a trabalhar para sustentar a família.Não havia salário mínimo,direito de férias,pagamento por horas-extras,jornada máxima de trabalho.O trabalhador era mandado embora quando o patrão quisesse.Sem direito a aviso prévio ou a qualquer indenização.

Além disso,as instalações das fábricas eram geralmente muito ruins,com pouco espaço,ambiente mal-iluminado,falta de higiene do espaço,favorecendo a ocorrência de muitos acidentes de trabalho e doenças,cujas principais vítimas eram as crianças operárias

O nascimento dos sindicatos e dos partidos representantes dos operários

Os inúmeros acidentes no serviço,os baixos salários,as longas jornadas sem descanso provocaram protestos e reivindicações dos operários.Surgriram,então,os primeiros sindicatos e organizações operárias que lutaram e ainda lutam pelos direitos trabalhistas.Entre os primeiros movimentos operários destacou-se o anarquismo.

Em 1922 foi fundado o PCB- Partido Comunista do Brasil,inspirado na vitória dos comunistas da revolução soviética de 1917 na Rússia.

No Brasil,as propostas políticas dos comunistas representavam,naquela época,esperança de uma vida digna e justa para os operários.Por isso,o PCB foi bem recebido entre os líderes operários.No entanto,logo após sua fundação,o Partido Comunista foi fechado pela polícia,sobrevivento clandestinamente.

Os Principais movimentos

A Greve de 1917
Em julho de 1917 foi organizada em São Paulo a primeira grande greve geral da história do Brasil por causa do descontentamento dos operários com as condições de trabalho.
Depois que a polícia matou um operário,a paralisação grevista atingiu toda a cidade de São Paulo e outras regiões do país.Mais de 50 mil operários participaram da greve.Nas ruas surgiram muitos conflitos entre a polícia e os trabalhadores.Revoltados com a violência das autoridades,os operários fizeram passeatas,comícios e piquetes.Levantaram barricadas para se defender da polícia.

Repercussão do movimento no Brasil

Assustados com o movimento operário,o governo e os industriais resolveram negociar.Prometeram melhores salários e novas condições de trabalho.E assumiram o compromisso de não punir os grevistas caso todos voltassem normalmente ao trabalho.

Todas essas concessões eram provisórias.Não havia sério interesse das classes dominantes em melhorar a condição social dos trabalhadores.

O último presidente da República Velha,Washington Luís,dizia que a "questão social era caso de polícia". Para os poderosos,a revolta social dos trabalhadores devia ser tratada e contida na base da violência policial.

Fotos:

Fonte: Livro "História e Reflexão"-Gilberto Cotrim


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Revolta da Vacina





O início da história republicana do Brasil foi marcado por diversos conflitos
e revoltas populares, onde o Rio de Janeiro não escapou destas situações.
eclodiu um movimento de caráter popular na cidade tendo como principal
motivo a vacina obrigatória contra a varíola imposta pelo Governo Federal.
A situação do Rio de Janeiro era muito precária nopois em 1904,
início do século XX.
pois a população sofria com a falta de saneamento básico que desencadeava epidemias constantes,
como a varíola, febre amarela e peste bubônica.
A população de baixa renda morava em habitações muito precárias se tornando assim a principal vítima.
O presidente Rodrigues Alves preocupado com a situação criou o projeto
de saneamento básico e também de reurbanização da cidade, visando melhorar a estética do Rio de Janeiro.
Como chefe do projeto, Osvaldo Cruz foi designado pelo Departamento Nacional de Saúde Pública,
onde colocou em prática a campanha obrigatória de vacinação em 1904.


No dia 16 de novembro de 1094, após dez dias do início da revolta, o presidente Rodrigues Alves anula a lei da vacinação obrigatória colocando nas ruas o exército, polícia e marinha para acabar de vez com estes tumultos.
Em poucos dias a cidade voltou a ter calma e ordem.

As manifestações populares se espalhavam cada vez mais em todas as ruas da capital,onde com estes conflitos,
populares destruíam bondes, espalhavam desordem pela cidade,
apedrejavam prédios públicos e mais, devastando a cidade.




Fonte:http://www.blogdicas.net/resumo-da-revolta-da-vacina/

grupo: Vitor Castano, Gabriel Santos, Wesley, Lucas

sexta-feira, 18 de março de 2011

A revolução do internetês

Internetês

Na ponta do teclado, o internetês dá nome a um conjunto de abreviações de sílabas e simplificações de palavras que leva em conta a pronúncia e a eliminação de acentos.

Por Silvia Marconato


           Vc jah viu exe tipo de texto? Pois eh, ixo eh o internetes... ou melhor, o internetês. Essa forma de expressão grafolingüística explodiu principalmente entre adolescentes que passam horas na frente do computador no Orkut, em chats, blogs e comunicadores instantâneos em busca de interação - e de forma dinâmica.



No Brasil, um batalhão de 15 milhões de usuários troca 500 milhões de mensagens por dia por meio do Messenger (MSN), o comunicador instantâneo da Microsoft.
- O brasileiro adere fácil à tecnologia; é um povo muito aberto à comunicação - explica Priscyla Alves, gerente de produtos, comunicação e marketing para Brasil e América do Sul da Microsoft.
O Ibope/NetRatings divulgou em janeiro que o internauta brasileiro continua sendo o campeão mundial da navegação, com uma média de 17 horas e 59 minutos, deixando para trás Estados Unidos, Japão e Austrália. Essa ansiedade do brasileiro por contato já foi alvo de estudo de Anne Kirah, uma antropóloga americana que vive em Paris e ajuda a Microsoft a desenvolver produtos.
Numa de suas pesquisas, Anne conviveu por semanas com famílias de adolescentes brasileiros. Chamou sua atenção a tendência de o interneteiro no Brasil ter, em geral, permissão para sair só uma vez por semana. A antropóloga concluiu que o nosso adolescente usuário do computador faz das ferramentas on-line uma extensão da vida social. Na frente do monitor, marca encontros, mantém viva a emoção do fim de semana e estreita laços com novos amigos.
A linguagem que pontua tal dinâmica social é o internetês. Integrados à tecnologia e com acesso fácil a computadores e conexões de banda larga (62% dos nossos internautas a usam), os jovens buscam respostas rápidas, proximidade com seus interlocutores e nutrem a expectativa de aproveitar cada momento de diversão. A ansiedade por contato teria estimulado, assim, o hábito de escrever mensagens e a busca de novas formas de expressão ligeira e funcional. No pacote, vieram a simplificação da linguagem e a farta eliminação de vogais.

Caros alunos. Sei que já conversamos sobre o internetês, mas acho importante retomarmos a discussão sobre o uso do internetês nas atividades escolares no meio virtual. O que vocês acham?

Uma advertência ao mundo

Uma advertência ao mundo


Data: 18/03/2011

Ao descrever a devastação em uma cidade do Japão, um jornalista escreveu: “É como se uma patrola gigante tivesse passado por cima e arrasado tudo o que existia. Escrevo sobre estes fatos como uma advertência ao mundo”. O jornalista era Wilfred Burchett, que escrevia desde Hiroshima, Japão, em 5 de setembro de 1945. Burchet foi o primeiro jornalista do Ocidente a chegar a Hiroshima após o lançamento da bomba atômica. Informou sobre uma estranha enfermidade que seguia matando as pessoas, inclusive um mês depois desse primeiro e letal uso de armas nucleares contra seres humanos. Suas palavras podiam perfeitamente descrever as cenas de aniquilação que acabam de se verificar no noroeste do Japão. Devido ao agravamento da catástrofe na central nuclear de Fukushima, sua grave advertência ao mundo segue mais do que vigente.

O desastre se aprofunda no complexo nuclear de Fukushima após o maior terremoto da história do Japão e o tsunami que o sucedeu, deixando milhares de mortos. As explosões nos reatores número 1 e número 3 liberaram radiação em um tal nível que ela foi detectada por uma navio da Marinha dos EUA a uma distância de 160 quilômetros, obrigando-a a afastar-se da costa. Uma terceira explosão ocorreu no reator número 2, fazendo com que muitos especulassem que um compartimento primário, onde fica o urânio submetido à fissão nuclear, teria sido danificado. Pouco depois o reator número 4 foi atingido por um incêndio, apesar dele não estar funcionando quando o terremoto atingiu o país. Cada reator utilizou o combustível nuclear armazenado em seu interior e esse combustível pode provocar grandes incêndios, liberando mais radiação no ar. Todos os sistemas de resfriamento falharam, assim como os sistemas de segurança adicionais. Uma pequena equipe de valentes trabalhadores permanece no lugar, apesar da radiação perigosa, que pode ser letal, tratando de bombear água do mar às estruturas danificadas para esfriar o combustível radioativo.

O presidente Barack Obama assumiu a iniciativa de liderar um “renascimento nuclear” e propôs novas garantias de empréstimos federais de 36 bilhões de dólares para promover o interesse das empresas de energia na construção de novas plantas nucleares (o que se soma aos 18,5 bilhões de dólares aprovados durante o governo de George W. Bush). A primeira empresa de energia que esperava receber esta dádiva pública foi a Southern Company, por dois reatores anunciados para a Georgia. A última vez que se autorizou e se concretizou a construção de uma nova planta de energia nuclear nos Estados Unidos foi em 1973, quando Obama estava no sétimo ano na Escola Punahou, em Honolulu. O desastre de Three Mile Islan, em 1979, e o de Chernobyl, em 1986, efetivamente fecharam a possibilidade de avançar em novos projetos de energia nuclear com objetivos comerciais nos Estados Unidos. No entanto, este país segue sendo o maior produtor de energia nuclear comercial no mundo. As 104 plantas nucleares são velhas e se aproximam do fim de sua vida útil originalmente projetada. Os proprietários das plantas estão solicitando ao governo federal a prorrogação de suas licenças para operar.

A Comissão Reguladora Nuclear (NRC, na sigla em inglês) está encarregada de outorgar e controlar estas licenças. No dia 10 de março, a NRC emitiu um comunicado de imprensa “sobre a renovação da licença de operação da usina nuclear Vermont Yankee, próxima de Brattleboro, Vermont, por mais vinte anos”. Está previsto que o pessoal da NRC conceda logo a renovação da licença”, dizia o comunicado de imprensa. Harvey Wasserman, da NukeFree.org, me disse: “O reator número 1 de Fukushima é idêntico ao da planta de Vermont Yankee, que agora aguarda a renovação da sua licença que o povo de Vermont pretende encerrar. É importante levar em conta que esse tipo de acidente, esse tipo de desastre, poderia ter ocorrido em quatro reatores na Califórnia, caso o terremoto de 9 graus na escala Richter tivesse atingido o Cânion do Diabo em San Luis Obispo ou San Onofre, entre Los Angeles e San Diego. Poderíamos perfeitamente estar testemunhando agora a evacuação de Los Angeles ou San Diego se esse tipo de coisa tivesse ocorrido na Califórnia. E Vermont tem o mesmo problema. Há 23 reatores nos Estados Unidos que são idênticos ou quase idênticos ao reator n° 1 de Fukushima. A maioria dos habitantes de Vermont, entre eles o governador do Estado, Peter Shumlin, apoia o fechamento do reator Vermont Yankee, desenhado e construído pela General Eletric.

A crise nuclear no Japão repercute mundialmente. Houve manifestações em toda a Europa. Eva Joly, membro do parlamento europeu, disse em uma manifestação: “A ideia de que esta energia é perigosa, mas que podemos manejá-la, foi rechaçada hoje. E sabemos como eliminar as plantas nucleares: necessitamos de energia renovável, energia eólica, energia geotérmica e energia solar. A Suíça deteve seus planos de renovar as licenças de seus reatores e 10 mil manifestantes em Stuttgart pediram à chanceler alemã Angela Merkel o fechamento imediato das sete plantas nucleares alemãs construídas antes da década de 80. Nos Estados Unidos, o deputado democrata de Massachussetts, Ed Markey, disse: “o que está acontecendo no Japão neste momento dá indícios de que também nos Estados Unidos poderia ocorrer um grave acidente em uma usina nuclear”.

A era nuclear iniciou não muito longe de Fukushima, quando os Estados Unidos se converteram na primeira nação na história da humanidade a lançar bombas atômicas sobre outro país, duas bombas que destruíram Hiroshima e Nagasaki, matando centenas de milhares de civis. O jornalista Wilfred Burchett foi o primeiro a descrever a “praga atômica” como a chamou: “nestes hospitais encontro gente que, quando as bombas caíram não sofreram nenhuma lesão, mas que agora estão morrendo por causa das sequelas. Sua saúde começou a se deteriorar sem motivo aparente”. Mais de 65 anos depois de Nurchett sentar-se em meios aos escombros com sua castigada máquina de escrever Hermes e escrever sua advertência ao mundo, o que aprendemos de fato?

(*) Denis Moynihan colaborou na produção jornalística desta coluna

(**) Tradução: Katarina Peixoto

quinta-feira, 3 de março de 2011

Sociedade industrial e pós-industrial

Antes da instalação da sociedade industrial a vida era voltada para a produção de bens rurais e o poder estava nas mãos dos grandes proprietários de terras. A partir do século XVIII o sistema social se volta para a produção, em grande escala, de bens materiais através da indústria e o poder deslocou-se para as mãos dos proprietários das empresas. O centro do sistema foi ocupado pela produção em grande escala dos bens materiais (geladeiras, tvs, carros, etc.).
Mais ou menos na metade do século XX, depois da II Guerra Mundial, apareceu uma sociedade nova que chamamos de pós-industrial ou de sociedade contemporânea. Esta sociedade é caracterizada pelo fato de sua centralidade não ser mais a produção em grande escala de produtos materiais, mas a produção de informação, serviços, símbolos e estética.
Há alguns anos atrás, as pessoas mais importantes eram donos das empresas mais importantes do mundo, as que produziam bens materiais: Ford, Fiat. Etc.
Neste momento, a pessoa mais importante é a que não produz bens materiais, mas informações: Bill Gates - no Brasil – Família Marinho, Silvio Santos.
Se hoje uma pessoa produz informação ela pode facilmente conquistar a hegemonia de um país.

Texto extraído e adaptado de:
1-A Era Pós-Industrial, a Sociedade do Conhecimento e a Educação para o Pensar - (notas de conferência para alunos e professores de ensino médio em diversos estados do Brasil) - Elian Alabi Lucci - Editora Saraiva
2-A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA - Elizabeth Silveira Schmidt - Professora Adjunto do Depto. de Educação da UEPG.

O que é para você viver na sociedade industrial e pós-industrial?



Retomando os trabalhos


Para retomarmos nossos trabalhos em 2011, proponho que façamos uma discussão sobre a importância desse blog no aprendizado de História. Sei que o blog é um espaço que pode contribuir muito com nosso aprendizado, mas gostaria de saber qual é a opinião de todos. 

ABraços...
Mariano Alves